FRANK III
Feb 23 2002, 07:49 PM
<span style='font-size:18'>Viva a Taça de Portugal </span>
A PRESENÇA do Leixões no Jamor é uma bênção para o futebol. Porque o sucesso do clube de Matosinhos remete-nos para a dimensão mágica de negação absoluta da palavra “impossível” no Desporto-Rei.
O Estádio Nacional vai acolher, a 12 de Maio, apesar da diferença entre Sporting e Leixões, uma Final da Taça de Portugal tão boa como as melhores, jogada perante um anfiteatro repleto de público disposto a gozar a maior festa do futebol português.
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Mas o triunfo do Leixões em Braga remete-nos, de imediato, para a velha história do treinador que é bestial num dia e besta no outro. Manuel Cajuda, herói nas Antas, foi agora levado a colocar o lugar à disposição e tem razões para se sentir magoado com os adeptos. Vale-lhe a experiência acumulada ao longo de muitos anos, afinal o melhor dos “airbags” para estes impactos frontais. Porque Cajuda, melhor que ninguém, sabe que o povo do futebol apenas funciona com a emoção e dificilmente conhece a palavra gratidão. Rima e é verdade.
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Estão, pois, encontrados os finalistas da Taça, competição que o Leixões não vence desde 1961 e o Sporting desde 1995. Iordanov foi o grande herói do último triunfo do Sporting na Taça de Portugal, com dois golos marcados ao Marítimo. O ex-internacional búlgaro, um dos mais espantosos lutadores que conheci no Desporto, foi operado recentemente e estará, seguramente, no Jamor, a 12 de Maio, já recuperado, a torcer pelo “seu” Sporting. Até lá, um abraço de amizade e admiração. Muita admiração...
PS – A confusão instalada em Salt Lake City, com a Rússia a ameaçar com o regresso a casa, mostra que o problema nunca está nas modalidades praticadas, mas sim na natureza humana.
Autor: JOSÉ MANUEL DELGADO
Data: Sabado, 23 de Fevereiro de 2002 03:02:00
<span style='font-size:10'>This article was taken from:
www.record.pt for more information.</span>
A PRESENÇA do Leixões no Jamor é uma bênção para o futebol. Porque o sucesso do clube de Matosinhos remete-nos para a dimensão mágica de negação absoluta da palavra “impossível” no Desporto-Rei.
O Estádio Nacional vai acolher, a 12 de Maio, apesar da diferença entre Sporting e Leixões, uma Final da Taça de Portugal tão boa como as melhores, jogada perante um anfiteatro repleto de público disposto a gozar a maior festa do futebol português.
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Mas o triunfo do Leixões em Braga remete-nos, de imediato, para a velha história do treinador que é bestial num dia e besta no outro. Manuel Cajuda, herói nas Antas, foi agora levado a colocar o lugar à disposição e tem razões para se sentir magoado com os adeptos. Vale-lhe a experiência acumulada ao longo de muitos anos, afinal o melhor dos “airbags” para estes impactos frontais. Porque Cajuda, melhor que ninguém, sabe que o povo do futebol apenas funciona com a emoção e dificilmente conhece a palavra gratidão. Rima e é verdade.
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Estão, pois, encontrados os finalistas da Taça, competição que o Leixões não vence desde 1961 e o Sporting desde 1995. Iordanov foi o grande herói do último triunfo do Sporting na Taça de Portugal, com dois golos marcados ao Marítimo. O ex-internacional búlgaro, um dos mais espantosos lutadores que conheci no Desporto, foi operado recentemente e estará, seguramente, no Jamor, a 12 de Maio, já recuperado, a torcer pelo “seu” Sporting. Até lá, um abraço de amizade e admiração. Muita admiração...
PS – A confusão instalada em Salt Lake City, com a Rússia a ameaçar com o regresso a casa, mostra que o problema nunca está nas modalidades praticadas, mas sim na natureza humana.
Autor: JOSÉ MANUEL DELGADO
Data: Sabado, 23 de Fevereiro de 2002 03:02:00
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